Regras, controles e processos para identificar, prevenir e acabar com possíveis
situações discriminatórias são cada vez mais necessárias.
A discriminação não ocorre só por meio do uso de palavras inadequadas ou de
ações explicitamente grosseiras, mas sim em receber um tratamento desfavorável
por conta da sua cor, raça, etnia, gênero, orientação sexual, visão política,
classe social, deficiência física e diversos outros motivos nem um pouco
razoáveis.
Os danos causados por ações discriminatórias vão desde emocionais até
financeiros, sendo impossível mensurar os efeitos a médio e longo prazo. Só
quem sofre com algo assim sabe o que pode ser acarretado.
O compliance, de maneira geral, veio para atender as demandas da sociedade para
que as empresas tenham políticas de inclusão e de justiça social.
O compliance antidiscriminatório, especificamente, cria processos e normas para
que ações assim não aconteçam e que caso ocorram, existam canais de denúncias e
programas que acolham a vítima e puna o responsável.
Outro ponto chave do compliance antidiscriminatório é a execução de códigos de
ética e conduta – que não são nada mais que um manual de boas práticas e do que
deve-se ou não fazer e dizer no ambiente de trabalho.

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