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terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

Expandindo a agenda ESG em Niterói: estratégias e resultados da implementação do Programa Municipal de Certificação de Boas Práticas em Neutralização de Carbono

 




Resumo

O Programa Municipal de Certificação de Boas Práticas em Neutralização de Carbono, fruto da parceria entre a Secretaria Municipal do Clima de Niterói e a Controladoria-Geral do Município, é uma iniciativa que visa promover uma economia de baixo carbono na cidade. Como um dos resultados do Previne Niterói, surgiu da necessidade de expandir a agenda ESG relacionada à neutralização de carbono em diversos setores produtivos. O objetivo é auxiliar as micro, pequenas e grandes empresas na sensibilização de atividades para redução de emissões de Gases de Efeito de Estufa, sugerindo boas práticas de mitigação, adaptação à eventos climáticos extremos e compensação de suas emissões. A metodologia aplicada foi estruturada em cinco etapas que vão da conscientização à certificação das empresas pela adoção de boas práticas em neutralização de carbono. Os resultados incluem a certificação de várias empresas, dois prêmios e a aprovação para concorrer ao prêmio Prefeito empreendedor do SEBRAE.

Palavras-chave: sustentabilidade, economia verde, governança, neutralização de carbono, certificaçâo.

Aotores:
Luciano Gagliardi Paez
Arlindo Nascimento Roch




terça-feira, 28 de janeiro de 2025

Dia Internacional da Proteção de Dados: uma alerta para a privacidade na era digital

 


Uma alerta para a privacidade na era digital

28 de janeiro marca o Dia Internacional da Proteção de Dados, data instituída para conscientizar sobre a importância da privacidade e da segurança de informações pessoais em um mundo cada vez mais conectado. Criado em 2006 pelo Conselho da Europa, o dia coincide com a assinatura da Convenção 108, primeiro tratado internacional a abordar o tema. Em 2024, a reflexão ganha urgência diante de ataques cibernéticos recordes e vazamentos que expõem milhões de usuários.

Desafios na era da hiperconectividade

Com 5,3 bilhões de pessoas online globalmente, segundo a ITU (União Internacional de Telecomunicações), a coleta de dados virou moeda de valor inestimável para empresas e governos. No entanto, relatórios da IBM apontam que o custo médio de um vazamento de dados atingiu US$ 4,45 milhões em 2023, maior valor em uma década. Casos recentes, como o vazamento de informações de 223 milhões de brasileiros em 2023, revelam falhas críticas na gestão de dados.

Regulamentações e conscientização

A implementação de leis como a GDPR (Regulamento Geral de Proteção de Dados da UE) e a LGPD brasileira em 2020 representaram avanços, mas especialistas alertam para a necessidade de fiscalização rigorosa. "A proteção de dados não é apenas uma obrigação legal, mas um direito fundamental", afirma Ana Gomes, coordenadora da Associação Data Privacy Brasil.

O Papel do indivíduo

Embora empresas e governos tenham responsabilidade, usuários também precisam adotar práticas seguras, como uso de autenticação em duas etapas e verificação de permissões de aplicativos. Pesquisas indicam que 65% das violações são causadas por erros humanos, como cliques em links maliciosos.

Para onde caminhamos?

Em 2024, debates sobre inteligência artificial e coleta predatória de dados dominam a agenda. Organizações como a Electronic Frontier Foundation defendem que a proteção de dados deve ser tratada como política pública global. Enquanto isso, o dia 28 de janeiro segue como um lembrete: privacidade não é um privilégio, mas um pilar essencial da democracia digital.


Fontes: 

União Internacional de Telecomunicações (ITU) – para estatísticas sobre conectividade global.
Relatórios anuais da IBM (Cost of a Data Breach Report) – para dados sobre custos de vazamentos.
Autoridades nacionais de proteção de dados (como a ANPD no Brasil) – para detalhes sobre a LGPD.

 

quinta-feira, 23 de janeiro de 2025

Publicação de Manual de Filosofia para o 11º do Ensino Secundário em Cabo Verde



A elaboração deste Manual de Filosofia para o 11º ano do Ensino Secundário em Cabo Verde é a continuação de uma jornada iniciada com a publicação do Manual para o 10º ano (o primeiro a ser lançado por um pesquisador cabo-verdiano), e reflete a convicção sobre a importância do pensamento filosófico na formação de alunos críticos e reflexivos. 

Semelhante ao primeiro, este Manual foi didaticamente estruturado, de acordo com o Programa elaborado pelo Ministério de Educação de Cabo Verde, de forma a apresentar aos alunos e professores os conteúdos filosóficos que estruturam a evolução do pensamento ao longo da história, incentivando a reflexão, a pesquisa e o debate de ideias. 

O objetivo permanece o mesmo: fortalecer a curiosidade, as competências e as habilidades dos alunos, promovendo a busca contínua por respostas através da prática filosófica. 

Portanto, a meta é consolidar os saberes adquiridos anteriormente e descobrir novos caminhos através de insights filosóficos, preparando os alunos para novos desafios.

Que este Manual sirva como um instrumento didático que atenda às necessidades educacionais, proporcionando suporte essencial para o estudo e a pesquisa, auxiliando alunos e professores na contínua missão de: “aprender a conhecer; aprender a fazer; aprender a conviver; aprender a ser e, finalmente, aprender a aprender”.


OBS.: O livro estaré dinsponível no site da Editora Autografia e em várias Plataformas difitais em formato Ebook (digita) e impresso.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

Armagedon Ecológico: o despertar para a crise ambiental e as urgências da ação coletiva

 

O conceito de Armagedon Ecológico tem ganhado destaque nas discussões sobre as crises ambientais que o planeta enfrenta. Este termo, que evoca a ideia de um colapso catastrófico, é utilizado para descrever um futuro em que as consequências das mudanças climáticas e da degradação ambiental se tornam irreversíveis. 


Autores como José Eustáquio Diniz Alves alertam que o aquecimento global já está causando danos crescentes e que a Terra se aproxima de um "ponto de inflexão global", onde uma série de eventos em cascata pode ameaçar a sobrevivência da civilização [1].


A origem do termo remonta ao final do século XX, quando cientistas começaram a observar os impactos das atividades humanas no clima e nos ecossistemas. De acordo com o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), temos apenas um curto período para agir, com a necessidade de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 45% nos próximos anos para evitar um aquecimento global descontrolado[2]


O cenário é alarmante: a temperatura média da Terra já subiu 1,1º C em relação aos níveis pré-industriais e pode ultrapassar os 1,5º C antes de 2040, desencadeando desastres em cascata[1][2] .

As consequências do Armagedon Ecológico são devastadoras. A acidificação dos oceanos e a poluição plástica ameaçam a vida marinha, enquanto a degradação do solo compromete a produção agrícola. Eventos climáticos extremos, como secas severas e inundações, estão se tornando mais frequentes e intensos, resultando em crises humanitárias e sociais[3][4]


A destruição de habitats naturais leva à extinção de espécies em um ritmo alarmante, com um milhão de espécies ameaçadas[1]. Além disso, o aumento das desigualdades sociais é exacerbado pela crise ambiental, afetando desproporcionalmente comunidades vulneráveis, como agricultores familiares e povos indígenas[4] .



Para evitar essa catástrofe iminente, é essencial uma mobilização coletiva. A descarbonização imediata da economia é uma prioridade urgente. Isso inclui não apenas políticas governamentais eficazes, mas também mudanças nos hábitos de consumo da população. É necessário promover uma maior conscientização sobre as questões ambientais e incentivar práticas sustentáveis[3][5]


Como enfatiza um estudo recente, a humanidade deve repensar suas prioridades diante da possibilidade de um Armagedon Ecológico; caso contrário, enfrentaremos consequências ainda mais devastadoras para as gerações futuras[1][2][4].


Portanto, o Armagedon Ecológico não é apenas uma possibilidade distante; ele já está se manifestando em nosso cotidiano. A urgência das ações necessárias para mitigar essa crise nunca foi tão clara. O futuro do nosso planeta depende das escolhas que fazemos hoje.

 

Fontes:  

[1]https://outraspalavras.net/outrasmidias/os-nove-gatilhos-do-armagedon-ecologico/

[2]https://www.ihu.unisinos.br/categorias/188-noticias-2018/585639-cop24-diante-da-emergencia-planetaria-e-do-armageddon-ecologico

[3]https://spmnacional.org.br/2024/09/12/ecologia-sinais-dos-tempos-e-apocalipse/

[4]https://cebes.org.br/apocalipse-ao-vivo-brasil-vive-cenario-de-devastacao-ambiental/35031/

[5] https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/geografia/a-geografia-sociedade-globalizada-apocalipse-ambiental.htm

[6] https://gizmodo.uol.com.br/apocalipse-ecologico-insetos/

[7] https://vestibular.brasilescola.uol.com.br/banco-de-redacoes/2866

[8]https://radardofuturo.com.br/apenas-a-rebeliao-impedira-um-apocalipse-ecologico/

segunda-feira, 30 de dezembro de 2024

Decreto nº 12.304/09/12/2024 - Fortalecimento da integridade nas contratações públicas realizadas por órgãos e entidades da administração pública estadual, distrital e municipal

 


No último Dia Internacional de Combate à Corrupção, celebrado em 9 de dezembro de 2024, foi publicado o Decreto Federal nº 12.304/2024, que regulamenta a Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei nº 14.133/2021). 


O decreto estabelece diretrizes específicas para a avaliação dos Programas de Integridade nas contratações realizadas pela Administração Pública Federal, incluindo órgãos autárquicos e fundacionais, bem como entidades estaduais, distritais e municipais que utilizam recursos provenientes de transferências voluntárias da União.


O Decreto nº 12.304/2024 é um marco importante na luta contra a corrupção, pois torna obrigatória a implementação de programas de integridade para contratos considerados de grande vulto, que são aqueles com valores superiores a R$ 239 milhões


Esses programas têm como objetivo principal prevenir desvios, fraudes e atos lesivos à administração pública. As empresas que participam de licitações com o governo federal agora devem comprovar a adoção de mecanismos eficazes para a prevenção da corrupção, como auditorias internas e canais de denúncia, dentro de um prazo de seis meses após a assinatura do contrato.


Além disso, o decreto estabelece que a avaliação da aderência dos programas de integridade será realizada pela Controladoria-Geral da União (CGU), podendo ser delegada a outros órgãos para análise em seus respectivos processos de licitação. A regulamentação também prevê que os parâmetros de avaliação dos programas devem incluir não apenas aspectos relacionados à ética e integridade, mas também considerações sobre riscos sociais e ambientais, promovendo uma abordagem mais holística na gestão pública.


Este novo regulamento reflete um compromisso do governo brasileiro em fortalecer práticas éticas nas contratações públicas e garantir maior transparência e responsabilidade no uso dos recursos públicos. 

A implementação efetiva desses programas é vista como um passo crucial para construir uma gestão pública mais ética e transparente, alinhando-se às expectativas contemporâneas sobre governança e responsabilidade socia.


ANPD publica Agenda Regulatória 2025-2026

 


A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) publicou, nesta quarta-feira (11/12), a Agenda Regulatória para o Biênio 2025-2026. Sua elaboração levou em consideração as contribuições feitas pela sociedade por meio de tomada de subsídios.

A Agenda é o instrumento de planejamento que reúne as ações regulatórias prioritárias da ANPD. Seu objetivo é conferir maior transparência, previsibilidade, e eficiência para o processo regulatório da Autoridade, permitindo o acompanhamento das atividades pela sociedade e promovendo maior segurança regulatória e jurídica na relação com os agentes regulados.

Além de dar continuidade a temas da agenda anterior, o próximo biênio inclui novos itens como agregadores de dados pessoais, dados de saúde e as hipóteses legais de consentimento e de proteção ao crédito.


Os temas foram classificados em fases, conforme a seguinte ordem de priorização:

Fase 1: itens cujos processos regulatórios são provenientes da Agenda Regulatória para o biênio 2023-2024;

Fase 2: itens cujo início do processo regulatório acontecerá em até 1 ano;

Fase 3: itens cujo início do processo regulatório acontecerá em até 1 ano e 6 meses;

Fase 4: itens cujo início do processo regulatório acontecerá em até 2 anos.

Confira os itens previstos para o biênio 2025-2026: CLICANDO AQUI:

 

Publicado em 11/12/2024 11h57

terça-feira, 10 de dezembro de 2024

ÍNDICE DE PERCEPÇÃO DA CORRUPÇÃO NO BRASIL - 2023



O Índice de Percepção da Corrupção (IPC) de 2023, divulgado pela Transparência Internacional, revela um cenário preocupante para o Brasil. 

O país caiu 10 posições no ranking global, agora ocupando a 104ª posição entre 180 países, e registrou 36 pontos, uma redução de 2 pontos em relação ao ano anterior. Esses números colocam o Brasil abaixo da média global de 43 pontos e da média das Américas, também de 43 pontos. 

Além disso, o país está atrás da média dos BRICS (40 pontos), do G20 (53 pontos) e ainda mais distante da OCDE, que possui uma média de 66 pontos.

Essa queda no IPC destaca a urgência de fortalecer políticas de integridade, compliance e transparência para combater a corrupção. A análise aponta que os anos de governo do ex-presidente Jair Bolsonaro contribuíram significativamente para o desmonte das instituições e marcos legais anticorrupção que levaram décadas para serem construídos. A falta de medidas eficazes durante sua administração resultou em um enfraquecimento dos sistemas de justiça e controle, aumentando os riscos de abuso de poder.

Embora o governo atual tenha iniciado esforços para reverter essa situação, a reconstrução dos mecanismos de controle ainda enfrenta desafios. A Transparência Internacional recomenda a implementação de uma política nacional anticorrupção com ampla participação da sociedade e a promoção da transparência orçamentária.

A situação do Brasil no IPC é um alerta para a necessidade urgente de ações efetivas que visem restaurar a confiança nas instituições públicas e garantir um ambiente mais íntegro e transparente. O fortalecimento das políticas anticorrupção é essencial para melhorar a percepção da corrupção e elevar a posição do país em rankings internacionais.


Referências

📊 Saiba mais em: [Transparência Internacional Brasil] CLIQUE AQUI

ÍNDICE DE PERCEPÇÃO DA CORRUPÇÃO EM CABO VERDE - 2023



De acordo com a Transparência Internacional (2023), Cabo Verde ocupa a 30ª posição no ranking de 180 países avaliados. 

O país que lidera o ranking é a Dinamarca, que alcançou a 1ª posição, enquanto a Somália ocupa a 180ª posição, sendo considerada o país com a maior percepção de corrupção. 

Este índice reflete a percepção da corrupção no setor público e é uma ferramenta importante para avaliar a integridade e a transparência dos governos ao redor do mundo.  

🔎 Como estamos?  

  • - Superior à média global (43 pontos);  
  • - Superior à média regional das Américas (43 pontos);  
  • - Superior à média dos BRICS (40 pontos);  
  • - Afrente da média do G20 (53 pontos);  
  • - E distante da OCDE (66 pontos).  

🚨 Os dados recentes indicam que é fundamental fortalecer ainda mais as políticas públicas de integridade, compliance, controle e transparência em Cabo Verde para mitigar progressivamente os efeitos da corrupção. 

A necessidade de aprimorar essas políticas é reforçada pela assinatura, em fevereiro de 2024, de um memorando de entendimento entre o Brasil e o Conselho de Prevenção da Corrupção de Cabo Verde, que visa promover a integridade e o combate à corrupção através da troca de experiências e boas práticas. 

A implementação eficaz dessas políticas não apenas ajudará a melhorar a percepção de corrupção no país, mas também poderá posicionar Cabo Verde entre os países melhor classificados no ranking global de transparência. 

A colaboração internacional, como a estabelecida com o Brasil, é crucial para compartilhar estratégias e ferramentas que fortaleçam a administração pública e promovam um ambiente mais justo e sustentável. 


Referências 

📊 Saiba mais em: [Transparência Internacional Brasil] CLIQUE AQUI

📊 Ministro da CGU assinou memorando de entendimento com o Conselho de Prevenção da Corrupção de Cabo Verde CLIQUE AQUI

segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

Dia Internacional da Luta Contra a Corrupção - 09 de dezembro


 

O Dia Internacional contra a Corrupção, celebrado em 9 de dezembro, é uma data importante para refletir sobre a importância da integridade na administração pública e privada.

Em Niterói, várias normas foram implementadas para fortalecer essa luta. 

A Lei nº 3.916/2024 - é um marco fundamental, pois aplica-se a Lei Federal nº 12.846/2013, responsabilizando administrativamente e civilmente as pessoas jurídicas por atos contra a administração pública. Essa legislação promove maior responsabilidade entre as empresas que interagem com o poder público, criando um ambiente mais ético.

O Decreto Municipal nº 14.232/2022 - institui o Código de Ética e Integridade do Agente Público Municipal, estabelecendo padrões de conduta que incentivam a transparência e a ética no serviço público. Essa norma é essencial para garantir que os servidores públicos atuem com responsabilidade, contribuindo para a confiança da população nas instituições.

Além disso, a Lei Municipal nº 3.466/2020 - institui a Política de Promoção de Integridade e Compliance na administração pública de Niterói. O Decreto nº 13.877/2021 - regulamenta a implementação do programa nos órgãos da prefeitura, enquanto e o Decreto nº 14.235/2021- estabelece diretrizes adicionais para fortalecer as ações de integridade e compliance nas organizações sociais e nas pessoas jurídicas que contratam com o município.

Essas normas são fundamentais para criar um ambiente onde a corrupção é combatida ativamente e onde todos os cidadãos podem confiar na administração pública. 

Juntas, elas ajudam a construir uma gestão pública mais transparente e responsável, essencial para o desenvolvimento social e econômico da cidade.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2024

A Era da Integridade

 


A Era da Integridade, conforme abordado por Luiz Fernando Lucas em seu livro, propõe uma reflexão profunda sobre a necessidade de valores éticos e morais em um mundo cada vez mais complexo e acelerado. O autor destaca que, em meio a um cenário de informações excessivas e desafios cotidianos, a integridade se torna um pilar fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e equilibrada.

Lucas argumenta que vivemos um momento crítico onde a busca por autoconhecimento e desenvolvimento pessoal é essencial. A sensação de frustração e impotência diante dos problemas sociais e individuais tem levado muitos a questionar seus valores e propósitos. Nesse contexto, a integridade emerge como uma resposta necessária para reverter essa crise de sentido. O autor sugere que a verdadeira transformação começa dentro de cada indivíduo, que deve assumir a responsabilidade por suas ações e escolhas.

Além disso, o livro enfatiza que a integridade não é apenas uma questão pessoal, mas também coletiva. A construção de um ambiente social baseado na confiança, respeito mútuo e transparência é vital para o progresso. Lucas menciona que as organizações devem adotar práticas de governança que promovam a ética e a responsabilidade social, criando assim um ciclo virtuoso de integridade.

 Ao longo da obra, o autor convida os leitores a embarcarem em uma nova jornada — uma "nova era" — onde os valores éticos são priorizados. Ele acredita que, ao cultivar a integridade em nossas vidas pessoais e profissionais, podemos contribuir para um futuro mais promissor e harmonioso. Assim, "A Era da Integridade" não é apenas um chamado à ação individual, mas um manifesto por uma mudança cultural que visa transformar nossa sociedade em um lugar melhor para todos.

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